JUSTIÇA PODRE DO TOCANTINS-PEDÓFILO SOLTO POR JUIZ DO INTERIOR-Justiça liberta homem acusado de estuprar e engravidar menina de 11 anos Órgão também requer a decretação da prisão preventiva do acusado

Crime aconteceu em Axixá do Tocantins, entre 2017 e 2018, mas só foi descoberto neste mês (Foto: Divulgação)
Estado
Justiça liberta homem acusado de estuprar e engravidar menina de 11 anos
Órgão também requer a decretação da prisão preventiva do acusado
Por Redação última atualização 25 abr, 2018 às 3:46



O Ministério Público Estadual (MPE), por meio da Promotoria de Justiça de Axixá do Tocantins, interpôs na manhã desta quarta-feira, 25, recurso perante o Tribunal de Justiça do Tocantins pleiteando a reforma da decisão do juiz de 1ª instância que colocou em liberdade, nessa terça-feira, 24, Emiliano Milhomem de Sousa, acusado de estupro de vulnerável.

O crime ocorreu na cidade de Axixá do Tocantins, entre 2017 e 2018, mas só foi descoberto no início deste mês, após constatação de que a vítima, de 11 anos, estaria grávida de cinco meses. O MPE também requer a decretação da prisão preventiva do acusado.

No recurso, o promotor de Justiça Elizon de Sousa Medrado enfatiza que assim que soube do início das investigações, o acusado fugiu, dificultando a aplicação da lei, sendo necessária a expedição de mandado de prisão contra o mesmo, restando presentes os requisitos necessários, a exemplo dos indícios de autoria e materialidade e da garantia da ordem pública. “Os elementos de informação contidos nos autos apontam a existência do crime, bem como indícios contundentes de que o recorrido praticou a conduta criminosa que lhe é atribuída, restando induvidosamente tanto a materialidade quanto a autoria delitiva”, alegou o promotor de Justiça no pedido.

Segundo as informações contidas nos autos, o acusado manteve relações sexuais com a garota por diversas vezes, aproveitando-se da proximidade que tinha com o padrasto da vítima. Os encontros sempre aconteciam no período da tarde, na casa de Emiliano, que mantinha relação sexual sem preservativo até que se descobriu a gravidez. Em depoimento, a vítima declarou que os responsáveis legais não sabiam dos fatos e mesmo após a descoberta da gravidez, negava-se a revelar o nome do acusado. (Com informações da assessoria de imprensa)

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