A PÉSSIMA DEIXADA PELO COLOMBIANO CARLOS AMASTH A INCOMPETÊNCIA DE CINTHIA RIBEIRO!

SAÚDE MUNICIPAL

MPE quer mais médicos em UPA's e Prefeitura aponta número maior que exigido pelo SUSA ação busca número de médicos em quantidade suficiente para atender a população que busca atendimento emergencial, sem sobrecarregar os profissionais que atuam hoje no local.
09/04/2018 15:26:20 - Atualizada em 09/04/2018 15h42min Da Redação - com informações da Assessoria

Prefeitura de Palmas aponta número de médicos acima do indicado nacional Marcelo de Deus

Após o Sindicato dos Médicos (Simed) acionar o Ministério Público Estadual (MPE) quanto a sobrecarga de trabalho da equipe médica nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e o órgão ingressar com uma ação contra a Prefeitura de Palmas, a Secretaria de Saúde apontou que atualmente a UPA Sul possui em sua escala o total de 12 médicos para o funcionamento de 24h, três a mais do que o quantitativo mínimo exigido pelo Ministério da Saúde para uma unidade daquele porte. Na UPA Norte, o quantitativo mínimo seria de 6 profissionais, e a escala atual é de 9,5 médicos, ou seja, 3,5 médicos a mais.



“Muito embora o número de profissionais existente hoje esteja de acordo com os parâmetros da Portaria do Ministério da Saúde, que regulamentam a quantidade de profissionais e o número mínimo de atendimentos que devem ser realizados nas UPAs, esta mesma Portaria não estabelece o número máximo de atendimento por profissionais e, como os médicos das UPAs estão atendendo os pacientes da Atenção Básica, de fato estão sobrecarregados, o que coloca em risco a integridade física e a vida dos pacientes”, destaca a Promotora de Justiça Maria Roseli de Almeida Pery, ao justificar a Ação Civil Pública do MPE contra a Prefeitura.



A ação busca número de médicos em quantidade suficiente para atender a população que procura atendimento emergencial, sem sobrecarregar os profissionais que atuam hoje no local.



O Simed, em 2017, denunciou ao MPE irregularidades no sistema de atendimento das UPAs em Palmas, acerca de um subdimensionamento das equipes médicas que estariam sobrecarregadas com o número elevado de atendimentos realizados.



Na época a 27ª Promotoria da Capital instaurou um inquérito civil (IC) para investigar o problema, concluindo que a falha não estaria na quantidade de médicos, mas no sistema de referenciamento da Prefeitura. Muitos pacientes que chegam à UPA deveriam ter sido atendidos na Unidade Básica de Saúde, no entanto, isso não é identificado no momento da triagem (classificação de risco), o que gera um excesso de atendimentos no local.



A Promotora de Justiça aponta que o problema deve ser resolvido por meio do número suficiente de médicos, para atender toda a demanda espontânea do SUS que busca atendimento nas UPAs, ou alternativamente, por meio da contrarreferência da demanda que deve ser atendida na Atenção Básica, tomando-se por base a classificação de risco, realizada por profissional médico.



“Precisamos destacar ainda que a saúde do trabalhador também deve ser preservada, por parte do Poder Público, o qual tem autonomia e dever de fazer gestão sobre as iniquidades dos serviços denunciados”, frisou Roseli.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Lideranças indígenas preparam relatório com problemas das aldeias no Tocantins Estado tem mais de 190 aldeias reconhecidas e catalogadas. Indígenas denunciam desmatamento ilegal, poluição e falta de assistência na área da saúde.

Cheon Il Guk Matching Engagement Ceremony- O REINO DOS CÉUS NA TERRA E NO CÉU

MENINA DE 15 ANOS É FLAGRADA FAZENDO SEXO EM SALA DE AULA. CONFIRA